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Como criar um aplicativo personalizado para sua marca

Aplicativo personalizado para sua marca

Segundo dados da pesquisa anual realizada pela AppAnnie,  o brasileiro é o povo que mais passou tempo no celular em 2021. Em 2019, a média era de 3,8 horas por dia, após a pandemia, a média subiu para 5,4 horas/dia. O percentual mundial de uso dos smartphones aumentou em 30% desde 2019.

Entre Apple Store e Google Play, foram lançados mais de 2 milhões de aplicativos e jogos em 2021. A pesquisa State of Mobile apurou que tanto no iOS quanto na Google Play, os jogos representaram apenas 15% de todos os novos lançamentos no ano passado. Os 85% restantes dos novos aplicativos abrangem todas as categorias das lojas de aplicativos, como seguros e saúde. 

Empresas visando proporcionar uma melhor experiência e facilidade para o consumidor têm investido em desenvolver um aplicativo exclusivo para sua empresa. Alguns dos resultados colhidos são maior engajamento com a marca e aumento de receita. Só o tempo gasto em aplicativos de compras, ultrapassou 18% apenas no ano passado.

Com dados tão relevantes, é natural que as empresas incluam em suas estratégias de negócios o desenvolvimento de um aplicativo personalizado para a marca. Confira abaixo quais são elas.

 Planejamento e Escopo

Antes de colocar a mão na massa, ou melhor, no código, e fazer o projeto acontecer, é importante traçar algumas diretrizes para que o seu projeto seja um sucesso.

Reúna uma equipe multidisciplinar (TI, Marketing e demais áreas envolvidas) e elabore inicialmente um plano de negócios para o aplicativo. Nele devem constar informações como: objetivo, público-alvo, plataformas que gostariam de disponibilizar o app. Além disso, outras reuniões deverão ser realizadas para definir quais recursos serão necessários, mapear custos e funcionalidades. Em alguns casos, esse planejamento também pode envolver a criação de um esboço e a estratégia de lançamento do aplicativo.

Parece simples, não é mesmo? A questão é que um planejamento mal executado pode gerar resultados negativos, estimativas de prazos e custos incorretos e causar mais dor de cabeça do que você e sua equipe desejariam, portanto, não pule etapas. Todas elas são essenciais.

Confira abaixo detalhes sobre cada etapa para criar um aplicativo personalizado para sua empresa:

Defina os objetivos do aplicativo personalizado

Simon Sinek, em seu livro “Comece pelo porquê” escreve que “o mais engraçado de tudo é que ainda não sei começar um negócio. A única coisa que faço, e que a maioria das pessoas não faz, é sempre iniciar pelo PORQUÊ”. Que tal sua equipe descobrir os porquês de criar um aplicativo personalizado?

É um exercício que deve ser feito e que, no momento inicial, trará vários insights. Após algum tempo de brainstorm, pensem e reflitam de que forma podem resumir em apenas um porquê. Não desistam e não saiam da sala enquanto não chegarem a esse acordo, pois ele é muito importante para todo o planejamento. Aliás, não perca a oportunidade de ser preciso e claro com o propósito do aplicativo desde o início.

Depois desse processo, reflitam sobre qual problema será resolvido com o app? Qual o valor que o aplicativo vai gerar para as pessoas que irão baixá-lo? De que forma isso facilitará suas vidas? O que levará as pessoas a indicar aos seus conhecidos o app?

Analise a concorrência. Acesse as lojas e analise o potencial competitivo e façam algumas perguntas:

  • Quem são seus concorrentes?
  • Qual é a estratégia deles?
  • Quais são os pontos fortes e fracos de outros aplicativos neste mercado?
  • O que os clientes estão dizendo nas avaliações e nas redes sociais?

Existem milhões de aplicativos móveis disponíveis e esta é a sua oportunidade de garantir que o seu se destaque. Se poucos aplicativos se encaixam na descrição do que sua empresa está planejando há duas situações: primeiro, pode não haver mercado para o aplicativo e segundo, pode haver um espaço vazio no mercado, e uma oportunidade para novos negócios.

Defina seu público-alvo

Descubra qual é a sua audiência. Não adianta planejar um aplicativo perfeito se ele não for perfeito para quem irá utilizá-lo.

Será uma solução para ser utilizada internamente em sua empresa por determinada área? Converse com as pessoas que irão utilizar, entenda como elas pensam e imaginam como aquela solução facilitaria o dia a dia delas.

É um aplicativo para interagir com clientes? Lance uma pesquisa por e-mail ou, melhor ainda, chame alguns para uma roda de conversa. Talvez você não saiba quem é o seu público-alvo, então pode iniciar com algumas perguntas para ajudar a esclarecer:

  • Quem são os usuários? Levante dados como idade, gênero, ocupação profissional, localização, qual o tipo de celular que possuem (iOS ou Android), entre outras informações básicas para segmentar.
  • Quais as necessidades, problemas ou desejos? Não existe uma receita de bolo para você descobrir quais são as necessidades, problemas ou desejos de seus usuários. Comece com perguntas abertas como: ‘qual é sua opinião sobre…’, ‘quais tarefas você executa diariamente?’, ‘quais planilhas você mais abre no seu dia a dia?’
  • Quais são os meios de consumir informações? Se o aplicativo personalizado para sua empresa for para uso interno é importante descobrir por qual meio de comunicação eles ficam sabendo das novidades da empresa – nem sempre é por onde o endomarketing comunica! Se for seu cliente, descubra se ele costuma ler a newsletter, acessar o blog de sua empresa ou se é através de uma comunicação direta com o vendedor. Além disso, também é fundamental descobrir se o cliente está conectado nas redes sociais da empresa, se sim, quais? Jornais, revistas e sites que costumam acessar podem dar insights de como o marketing pode pulverizar o aplicativo e atrair a atenção para novos e potenciais clientes.

Ser honesto ao responder a essas perguntas garantirá que os recursos destinados ao aplicativo não sejam desperdiçados ou direcionados a grupos errados de pessoas.

Se você não consegue articular claramente a situação em que seu aplicativo resolve um problema, pode não haver necessidade para prosseguir. Ideias de aplicativos são dispensáveis se não resolverem problemas para usuários reais.

Escolha a plataforma

Atualmente as opções de plataforma tem se limitado a dois: Android e iPhone. Aplicativos comerciais e de amplo uso, são lançados nas duas lojas de apps: Google Play e App Store. 

Já nos casos de aplicativos específicos, que cumprem determinada função e tem limitação de aparelhos, como em indústrias, por exemplo, podem ser lançados em apenas uma loja. O mais comum é usar o Android, que barateia o custo de aparelhos e fornece processos simplificados de lançamento. 

Conheça os tipos de app e escolha um

Há algumas decisões técnicas a serem tomadas desde o início, e esta é crucial. A escolha entre nativo, híbrido ou um aplicativo da web traz muitas implicações para seu desenvolvimento e manutenção posteriores.

É por isso que é fundamental que essa pergunta também já esteja na sua pesquisa de mercado, alinhada com o propósito central e o público-alvo que você acabou de definir, para que possa tomar a melhor decisão.

  • As principais diferenças entre aplicativos nativos, híbridos e móveis são:
  •  As linguagens de programação em que são desenvolvidas afetam e dependem de seu orçamento, prazos desejados e experiência disponível.
  •  Acesso a APIs de dispositivos nativos: possível impacto nas funcionalidades do dispositivo que você deseja que seu aplicativo acesse.
  • Método de distribuição: afetará muito a forma como você comercializa seu aplicativo e define suas estratégias de promoção.
  • Suporte multiplataforma: baseado em seu público-alvo e no mercado que você deseja penetrar; na maioria das vezes, você vai querer estar presente na App Store da Apple e na Play Store do Android.

Um aplicativo nativo é aquele construído para uma plataforma específica, como iPhone ou Android, usando suas bibliotecas de código e acessando seus recursos de hardware disponíveis (câmera, GPS, etc).

Enquanto um aplicativo web, por outro lado, é aquele que é hospedado na web é acessado de um navegador no dispositivo móvel. Vamos explorar os prós e os contras de ambas as abordagens.

Apps nativos

Velocidade

Os aplicativos nativos tendem a ser mais rápidos e responsivos. Como o código que executa o aplicativo é armazenado localmente no telefone, não há tempo para esperar que o conteúdo estático (como imagens e texto) seja baixado da web. Embora o conteúdo dinâmico ainda precise ser acessado da web, é uma melhoria em relação ao modelo web em que tudo precisa ser baixado a cada vez.

Armazenamento Local

Os aplicativos nativos podem ser executados de forma assíncrona, o que significa que as informações dinâmicas podem ser armazenadas localmente no telefone temporariamente e sincronizadas com o servidor central baseado na web posteriormente.

Características

Seguir a abordagem de aplicativo nativo dá acesso aos recursos de hardware dessa plataforma, e isso permite funcionalidades interessantes, como: tirar fotos, acessar informações de GPS, fazer chamadas, aproveitar a comunicação de campo próximo (NFC), etc.

Loja de aplicativos

Representa espaço livre nas prateleiras para novos produtos e pode ser uma ótima maneira de anunciar e ganhar novos usuários, especialmente se um aplicativo oferecer recursos exclusivos.

Inconvenientes

A maior desvantagem de desenvolver um aplicativo nativo em comparação com um baseado na web é que uma base de código separada deve ser criada e mantida para cada plataforma individual. Por exemplo, se você decidiu inicialmente construir um aplicativo para iPhone, teria que projetar, codificar e implantar um aplicativo iOS na App Store. Se você decidir no futuro que também deseja uma versão Android, terá que reprojetar o aplicativo para o dispositivo Android, codificá-lo e publicá-lo na loja de aplicativos Android – da mesma forma para outras plataformas.

Embora possa haver economia em portar um aplicativo de uma plataforma para outra (em vez de criá-lo do zero), o valor pode ser menor do que você imagina.

Do ponto de vista do design, a tarefa de mudar a aparência de uma plataforma (por exemplo, iPhone) para outra (por exemplo, Android) é geralmente simples.

De uma perspectiva de desenvolvimento, no entanto, as bases de código são duas linguagens totalmente diferentes e terão que ser completamente reescritas simplesmente para imitar a funcionalidade do aplicativo original.

 

Aplicativos web

Solução Única

A maior vantagem de criar um aplicativo personalizado para sua empresa que seja uma versão web é, obviamente, a maior desvantagem de uma abordagem nativa.

Ao desenvolver um web app, você está centralizando sua oferta. Os usuários de qualquer dispositivo móvel (iPhone, Android; até mesmo Blackberry, Palm e futuros dispositivos que ainda não existem) poderão acessar o aplicativo e usá-lo imediatamente, ou seja, não será necessário que seja feito o download ou a instalação do mesmo em seus celulares.

Não há espera pelo lançamento da versão do aplicativo e você só precisa ter uma equipe para dar manutenção. Solução única significa que existe uma única versão da base de código que todos os usuários em todas as plataformas acessam e usam.

Atualizações em tempo real

Além disso, as atualizações do seu aplicativo podem acontecer em tempo real “de forma automática”. Não há necessidade de esperar a App Store para revisar e aprovar sua mudança, e você não tem que contar com sua base de usuários passando pelo processo de atualização do software por conta própria.

Liberdade

Outra grande vantagem da abordagem baseada na web é que você não está vinculado às regras estabelecidas pelos termos e condições das lojas de aplicativos concorrentes. Você é livre para oferecer conteúdo e publicidade conforme achar adequado.

Perspectiva técnica

Também vale a pena mencionar aqui que, de uma perspectiva técnica, as coisas estão avançando muito rapidamente na web móvel. Para um desenvolvedor web experiente, muitas (mas não todas) as limitações da web podem ser compensadas ou superadas.

Desvantagens

A maior desvantagem da web móvel é a limitação ou a falta de acesso aos recursos de hardware do dispositivo móvel, como GPS, câmera, NFC, etc. Para aqueles que desenvolvem um aplicativo que deve ter acesso a qualquer um desses recursos de hardware, esta limitação muitas vezes força a decisão de criar um aplicativo personalizado nativo.

Além disso, embora as restrições e requisitos de um desenvolvimento para uma plataforma possam ser vistos como sufocantes ou restritivos, eles também servem para forçar a consistência e resolver inerentemente muitos detalhes sutis com muito pouco trabalho. Ao desenvolver uma solução mobile web, é essencial haver responsáveis na equipe para oferecer o suporte adequado, visto que o usuário não poderá contar com o suporte das lojas on-line.

 Aplicativos híbridos

O melhor dos dois mundos são os aplicativos híbridos. São instalados em um dispositivo, assim como qualquer outro aplicativo. O que os diferencia é o fato de possuírem elementos de aplicativos nativos, aplicativos desenvolvidos para uma plataforma específica como iOS ou Android, com elementos de aplicativos web, sites que agem como aplicativos, mas não estão instalados em um dispositivo, mas são acessados na Internet via um navegador.

Os aplicativos híbridos são implantados em um contêiner nativo que usa um objeto WebView móvel. Quando o aplicativo é usado, este objeto exibe conteúdo web graças ao uso de tecnologias web (CSS, JavaScript, HTML, HTML5).

  •  Uma base de código para gerenciar

Todas as vantagens de aplicativos híbridos vêm do fato de que, em vez de construir dois aplicativos, você está construindo um aplicativo e simplesmente ajustando-o um pouco para que funcione em ambas as plataformas.

Com um aplicativo híbrido, você só tem uma base de código para gerenciar.

  •  Economia de tempo e dinheiro

Você terá apenas uma base de códigos para gerenciar e com isso a equipe pode ser menor do que dois aplicativos nativos teriam exigido. Ou, se optar por ter uma equipe robusta, ganhará em agilidade e tempo de entrega.

  •  Escalabilidade

Aplicativos híbridos são mais fáceis de escalar para outra plataforma. Depois de criar uma plataforma, você pode lançar em outra como o Windows Mobile com facilidade.

Desvantagens dos aplicativos híbridos

Quando comparado a aplicativos nativos,  é possível observar que ele é mais propenso a apresentar erros e também de ser mais lento, isso porque possui algumas características do sistema operacional em sua linguagem para que seja executado no mobile.

A experiência do usuário pode ser comprometida em aplicativos híbridos, pois cada plataforma (iOS e Android) tem capacidades únicas que podem ser exploradas, para incluí-las em um modelo híbrido será necessário utilizar uma combinação de plugins específicos, isso acarreta em aumento de tempo e custo muitas vezes.

Depois de decidir sobre o tipo de aplicativo, você alocará seus recursos com muito mais facilidade e planejará todo o seu projeto de desenvolvimento.

Funcionalidade do app

Cada projeto é único e o olhar, na hora de estabelecer as funcionalidades, deve estar no público-alvo que foi identificado durante o planejamento. Portanto, se é um aplicativo corporativo, deve atender às necessidades de quem o utilizará, então, contar com a ajuda e colaboração dos stakeholders na definição das funcionalidades fará diferença e diminuirá o retrabalho. De acordo com a experiência que já vivemos na Lyncas, podemos ressaltar algumas funcionalidades básicas do aplicativo como: login, notificações, cadastro, menus e busca.

Mas cada projeto trata de solucionar algum problema ou propor alguma funcionalidade específica. Em caso de uma loja virtual, o app terá áreas características como: carrinho de compras, produtos, categorias, características, gestão de estoque, atendimento e lista de pedidos. Em caso de um aplicativo de Gerenciamento de Armazém, o app terá: conferência de entrada/saída, etiquetas, troca de endereço dentro do armazém, consultas e inventário.

Design UI & UX

Todo o aplicativo e sistemas em geral, é sobre como solucionar problemas, tudo envolve pessoas e usuários. Nós, como desenvolvedores, gestores, líderes e fornecedores, não temos como saber o que pensa o usuário e como usa o aplicativo. Muito além de um visual bonito e agradável, o design de aplicativos é sobre a criação de interfaces que atendam às expectativas do usuário quanto às interações e experiências dentro dos aplicativos mobile. Usando técnicas de UI/UX, o designer desenvolve soluções que fazem com que usar o seu app seja fácil e intuitivo.

Ao utilizar técnicas de UI/UX, o designer vai elaborar as estruturas necessárias para manter o uso do aplicativo fácil e intuitivo.

Imersão e Definição de Problema

Etapas relacionadas ao problema e ao negócio do cliente. São usadas pesquisas com roteiro, personas, jornada de usuário.

Desenvolvimento

Oportunidades de melhoria, Desenhos

Entrega

UI (Baixa ou Alta fidelidade), Protótipos navegáveis, Style Guides.

Esboço

O esboço fornece todas as ferramentas de que você precisa para um processo de design verdadeiramente colaborativo. De ideias iniciais a arte final com pixels perfeitos, protótipos e transferência de desenvolvedor, tudo começa aqui.

Wireframes

Em termos simples, um wireframe de aplicativo móvel é um esboço bidimensional que serve como um guia visual e ilustra como um aplicativo funcionará.

A ideia do wireframe não é representar o design completo do aplicativo, apenas as telas principais e os elementos da interface. O proprietário do aplicativo e a equipe de desenvolvimento podem usar um wireframe para concordar e esclarecer a direção e o escopo de todo o projeto.

Storyboard

Em palavras simples, os storyboards são uma série de ilustrações ou imagens arranjadas, com uma sequência cronológica, feitas com o objetivo de pré-visualizar a usabilidade do aplicativo.

Protótipo

De acordo com a Localytics, empresa de pesquisa de Mobile Marketing, 21% das pessoas usam um aplicativo apenas uma vez depois de baixá-lo. As baixas taxas de retenção podem ser devido a diferentes fatores, mas é crucial entender o comportamento dos usuários e encontrar maneiras de envolvê-los e incentivá-los a continuar usando o aplicativo.

Protótipos demonstram problemas de experiência do usuário que você pode nunca ter pensado. Dessa forma, poderão antecipar alguns desafios e fazer ajustes quando estiver realmente criando o aplicativo. 

Por exemplo, se você notar que um determinado botão no protótipo é clicado com muito menos frequência do que os outros botões, vale investigar o porquê. A fonte não está legível? O botão atrapalha ou distrai os usuários? A lista poderia continuar. Ao elaborar um protótipo é possível observar o comportamento do usuário e desenvolver estratégias para envolver o usuário.

 

Fatores de custo do aplicativo

Uma pesquisa realizada pela empresa de dados e análises móveis App Annie mostrou que 86% do tempo móvel dos consumidores é gasto em aplicativos móveis. Para acompanhar essa tendência de crescimento, 90% das empresas dos EUA estão aumentando seus investimentos no desenvolvimento de aplicativos móveis.

Mas o que desacelera as empresas na execução de um processo de desenvolvimento de aplicativos móveis eficiente é não saber como planejá-los e orçá-los.

É fundamental ter em mente que cada aplicativo móvel é único e que depende de várias decisões estratégicas para o seu negócio, por isso há diferenças entre os projetos, escopo e prazo, também são fatores que irão no custo do projeto.

Nosso trabalho no desenvolvimento de aplicativos para clientes de nível pequeno, médio e empresarial nos ensinou que, independentemente do tamanho do projeto ou do orçamento, existem 6 coisas que afetam o custo de desenvolvimento de aplicativos móveis: 

1. Funcionalidade do aplicativo

Os dois primeiros itens “Objetivo” e “Público-Alvo” fazem parte da pesquisa e as informações obtidas serão cruciais nesta fase do projeto, por isso, nosso conselho é: não pule etapas. Ter claramente qual é o objetivo do aplicativo e quem é o público que irá utilizá-lo fará diferença na hora de desenhar quais são as funcionalidades esperadas pelo aplicativo.

Por exemplo, você não precisa de um serviço de geolocalização para um aplicativo de edição. Mas você não pode ter um aplicativo de pedidos de comida sem a integração dos serviços de localização.

Você deve diferenciar entre as funções principais e secundárias de seu aplicativo e é por isso que recomendamos decidir cuidadosamente as funcionalidades que o aplicativo da sua empresa terá.

2. Plataformas e dispositivos móveis suportados

Determinar qual plataforma escolher ao desenvolver uma experiência baseada em aplicativo tornou-se cada vez mais difícil, conforme o número de dispositivos movidos por aplicativo aumenta. Você pode projetar e desenvolver aplicativos para dispositivos móveis tradicionais (Android ou iOS), assistentes virtuais (Alexa ou Google Home), plataformas de mensagens (Messenger ou Slack), produtos IoT (por exemplo, televisores conectados, automação residencial, carros inteligentes, etc.) e até mesmo aplicativos de nicho para realidade virtual.

Todas essas plataformas requerem abordagens muito diferentes para design e engenharia da experiência do usuário. E mesmo se você estiver olhando apenas para dispositivos móveis tradicionais, Android e iOS são muito diferentes. Isso se deve em parte ao grande número de dispositivos diferentes no Android, o que pode aumentar o custo de desenvolvimento e teste nessa plataforma.

Algumas decisões importantes são feitas nesse momento a fim de estimar o custo do aplicativo:

  1. Qual plataforma faz sentido para a estratégia da sua empresa: iOS, Android ou ambas? 
  2. Qual tipo de dispositivo deve ser atendido pelo aplicativo: tablet, televisão ou somente celular?
  3. Qual o tipo de aplicativo que será desenvolvido: nativo, híbrido ou web app?

Além disso, é importante lembrar que para publicar o aplicativo na Google Play Store ou Apple App Store não possui nenhum custo ao criador de forma direta (custo por aplicação).

Porém, existe a necessidade de se ter uma conta de Developer e/ou Publisher, essa conta por sua vez é paga.

 

3. Pontos de Integração

Os pontos de integração sem dúvida custarão mais dinheiro durante a construção, mas economizarão tempo e dinheiro no longo prazo.

Considere o seguinte: com quais sistemas de terceiros o aplicativo precisa se integrar? Muitos aplicativos se integram a sistemas backend complexos (Salesforce, SAP, Sharepoint, mídias sociais, etc), automatizando processos anteriormente manuais.

De onde virá o conteúdo do aplicativo? O conteúdo já existe em outras estruturas de dados (bancos de dados, APIs) ou há um novo conteúdo sendo desenvolvido para o aplicativo especificamente?

Quem vai controlar o conteúdo? Existem várias partes interessadas envolvidas? Existe um fluxo de trabalho editorial estabelecido para revisão / aprovação de conteúdo? 

4. UX e UI Design

 O design da UI (interface do usuário) é a face do seu aplicativo móvel e o design UX (experiência do usuário) é como o usuário se envolverá com o seu aplicativo. Assim, o design de um aplicativo é um dos fatores mais cruciais para o sucesso de um aplicativo móvel.

O custo de criar um aplicativo móvel é influenciado por vários fatores. Por exemplo: o número de telas que entrarão em seu aplicativo terá um impacto direto nas horas de trabalho que um designer terá que dedicar. Em segundo lugar, que tipo de tela você deseja que seu aplicativo tenha? Você deseja incluir elementos gráficos modernos em sua UI e facilitar a experiência do usuário com muitas animações?

Se sim, isso será adicionado ao custo de desenvolvimento de seu aplicativo móvel.

No entanto, a consideração mais importante aqui é se você deseja ir para um design de UI nativo ou um design de UI customizado para seu aplicativo. Quando você tem funcionalidades simples incluídas em seu aplicativo, pode não custar muito. Os recursos visuais tornam seu aplicativo atraente e envolvente. Consequentemente, o número de downloads também será maior.

5. Uso de recursos de hardware do telefone

Parte do que torna os aplicativos móveis únicos é a capacidade de aproveitar as vantagens das partes “inteligentes” do seu smartphone. Se você deseja obter recursos como o GPS do telefone, funcionalidades baseadas em localização (como iBeacon), acelerômetro, giroscópio (que detecta movimento) e a câmera (embora isso seja normalmente muito fácil), esses fatores podem adicionar ou subtrair o custo total de desenvolvimento.

6. Contratação de desenvolvedores para o projeto do aplicativo

Depois de definir uma estratégia de negócios, é hora de tirar seu aplicativo do papel e fazer acontecer.

Aplicativos móveis de qualidade requerem design de UI, programação, teste de controle de qualidade e gerenciamento de projeto. É improvável que você encontre um desenvolvedor genial para atender a cada necessidade.

Você precisará contratar uma equipe para o seu projeto, e por isso queremos apresentá-lo às opções para que você conheça e adeque ao seu orçamento e necessidades.

  •  Aquisição de uma equipe interna

Os desenvolvedores internos podem ser uma ótima escolha em certas situações. Você pode contratar exatamente o que precisa e manter tudo interno. É importante saber que a contratação de um talento é uma tarefa árdua e pode levar meses, o que pode acarretar em um possível atraso no projeto.

Esteja preparado para o investimento inicial, pois além de adicionar custos fixos à sua folha de pagamento, precisa se preocupar em fornecer a eles espaço de trabalho, equipamentos, licenças de software e benefícios.  

  • Contratação de freelancers

A maioria dos projetos de desenvolvimento de aplicativos exigirá as habilidades de vários freelancers e você precisará gerenciá-los para que trabalhem e entreguem com sincronia. No entanto, esse modelo de trabalho pode apresentar desafios de gerenciamento de projetos para gerente de projetos despreparados.

  • Contratação de uma consultoria de desenvolvimento de aplicativos

Empresas do mundo todo já perceberam que trabalhar em parceria com uma consultoria de TI pode agilizar vários processos e projetos.

Uma consultoria de desenvolvimento de aplicativos elimina os custos fixos associados aos desenvolvedores internos e também elimina as despesas gerais de gerenciamento de projetos e os desafios associados à contratação de um grupo de freelancers.

Na Lyncas, por exemplo, temos uma equipe multidisciplinar completa para entender seu projeto desde a ideia até o lançamento. Em nossa Fábrica de Software, aplicamos uma metodologia que tem funcionado para nossos clientes e seus projetos, onde participamos desde o entendimento até a sustentação do aplicativo.

De qualquer forma, recomendamos buscar referências de clientes já atendidos pela consultoria, além de solicitar uma proposta detalhada do escopo do projeto. A tomada de decisão deve se basear no valor geral que você recebe e no custo total de propriedade, e não apenas na taxa horária. Aliás, não comece seu projeto sem um contrato assinado.

Quem você contrata para criar seu aplicativo pode fazer uma grande diferença no resultado. Esta é a decisão mais crítica que você terá que tomar.

7. Segurança

Os dados são muito importantes, e por isso, a segurança de dados deve estar no topo da sua lista. Você deve garantir que seu aplicativo seja imune a hackers, bem como a quaisquer outras ameaças conhecidas.

Isso pode ser feito usando um software de segurança para aplicativos. E o custo disso varia de acordo com os problemas de segurança que você está procurando consertar. 

8. Plano de Manutenção

A tarefa não termina depois que o aplicativo é implantado. Na verdade, a responsabilidade só aumenta. O aplicativo que sua empresa desenvolveu precisa sobreviver neste mercado acirrado.

Para isso, é necessário oferecer constantes atualizações e correção de bugs. O feedback do usuário geralmente é imediato e pode incluir problemas, sugestões e solicitações de melhorias. É essencial respondê-los, pois isso evita o desgaste caso o aplicativo apresente falhas ou não atenda a expectativa do usuário.

Você precisa pensar em um plano de manutenção desde o início e contabilizá-lo nos custos como uma determinada porcentagem. Planeje atualizar prontamente o aplicativo ou enfrente o fato de que ele se tornará irrelevante e será excluído pelos usuários. Este plano deve estar de mãos dadas com sua estratégia digital geral, ajudando você a ficar à frente da curva digital.

 

8 passos para construir um aplicativo personalizado

Se você leu até aqui é porque está realmente planejando construir um aplicativo personalizado e entendeu que pular etapas podem fazer com que eleve o custo do seu projeto.

Analisar o público-alvo, estabelecer os objetivos e funcionalidades do aplicativo farão toda a diferença na hora de pensar sobre a construção do seu aplicativo. Então, vamos às partes essenciais dessa fase de construção:

Arquitetura

Como parte de uma arquitetura de aplicativo, haverá serviços front-end e back-end. O desenvolvimento de front-end se preocupa com a experiência do usuário do aplicativo, enquanto o desenvolvimento de back-end se concentra em fornecer acesso aos dados, serviços e outros sistemas existentes que fazem o aplicativo funcionar.

A arquitetura é um ponto de partida ou roteiro para a construção de um aplicativo, mas você precisará fazer escolhas de implementação não capturadas em uma arquitetura. Por exemplo, a primeira etapa é escolher uma linguagem de programação na qual escrever o aplicativo.

Planejar o back-end

Imagine um piano, as teclas que o músico aperta é a parte frontend, as cordas que emitem o som, é a parte backend. Um exemplo bem simples para demonstrar como funciona um aplicativo (ou qualquer software que você conheça!), a parte que você vê, cores, layout é a parte de frontend, mas o que faz tudo acontecer está no backend. 

Já o server side” (lado do servidor) se preocupa com as regras de negócio, segurança e performance do aplicativo. É dividido em três partes:

  • Servidor: onde serão armazenados informações do usuários e os dados para distribuir de acordo com as requisições;
  • API: é uma Interface de Programação de Aplicações, que funciona como ponte entre o frontend e o backend. Também pode ser uma API de integração de localização, fotos e até mesmo de dados externos.
  • Banco de dados: local onde os dados estruturados são armazenados e facilmente encontrados.

Não se limite à programação. Priorize os requisitos e crie um plano de desenvolvimento baseado em marcos. Para melhorar o andamento do projeto, sugerimos segmentar o projeto em entregas menores. 

Agendar reuniões de status o ajudará a medir o progresso em relação às estimativas do projeto. Conforme sua equipe concluir cada etapa, você deve revisá-la para garantir que atenda às suas expectativas, além de lidar com as possíveis alterações no projeto.Em muitos casos, as partes interessadas podem fazer sugestões que alterem o escopo do projeto. Ter um sistema de controle de mudanças ajudará a gerenciar, avaliar e priorizar mudanças.

IDE (Ambiente de Desenvolvimento Integrado)

Um IDE, ou seja, um Ambiente de Desenvolvimento Integrado, permite que um desenvolvedor consolide aspectos diferentes da escrita de um software. Por exemplo: edição de código-fonte, construção de executáveis e depuração.

  • Editor de código-fonte: é um editor de texto que facilita e auxilia a criação  e verificação dos códigos criados e sinalizam o desenvolvedor através de recursos visuais.
  • Ferramentas de construção: são programas que automatizam alguns processos na criação do aplicativo, como por exemplo: compilação, vinculação e empacotamento do código em um formato executável.
  • Debugar: quando um programa não é executado corretamente, os IDEs fornecem ferramentas de depuração que permitem aos programadores examinar diferentes variáveis e inspecionar seu código de maneira deliberada.

SDK (Kit de Desenvolvimento de Software)

Assim como um montador de móveis precisa das ferramentas corretas para montar os armários de uma cozinha, o desenvolvedor precisa de um pacote de peças e/ou ferramentas para desenvolver as aplicações.

Geralmente, o SDK básico inclui um compilador, debugger e interfaces de programação de aplicações (APIs), mas também pode incluir:

  • Documentação;
  • Bibliotecas;
  • Editores;
  • Ambientes de desenvolvimento;
  • Ferramentas de teste e análise;
  • Unidades;
  • Protocolos de rede.

Linguagem de programação

Você aprendeu sobre os tipos de plataformas e dispositivos, além de compreender que existem diferentes tipos de aplicativos, isso foi importante porque vai facilitar a escolha do tipo de linguagem ideal para o aplicativo personalizado que sua empresa terá. Vamos falar brevemente sobre as linguagens mais utilizadas:

  • Objective-C: uma das primeiras linguagens de programação para aplicativos iOS é muito estável, porém, precisa de muitos detalhes e durante o desenvolvimento acaba poluindo a tela. 
  • Swift: criada em 2014, é uma linguagem de programação consistente e intuitiva, desenvolvida pela Apple para a criação de apps para iOS, Mac, Apple TV e Apple Watch. Open source, ela dá mais liberdade para os desenvolvedores.
  • Java: uma linguagem orientada para objetos, conhecida por criar sistemas e websites,  já está disponível desde 1995. O Java foi rapidamente adotado pelo Android para o desenvolvimento de aplicativos.
  • Kotlin: uma linguagem de programação open source multiplataforma, orientada a objetos e funcional, concisa e estaticamente tipada, desenvolvida pela JetBrains em 2011 e amplamente usada por desenvolvedores Android.
  • C# + Xamarim: O Xamarin é uma plataforma de desenvolvimento mantida pela Microsoft que permite a criação de aplicativos móveis nativos para iOS, Android e Windows Phone utilizando como base a linguagem C# com o framework . NET.
  • JavaScript + React Native: baseado no React, framework JS para desenvolvimento web, o React Native possibilita a criação de aplicações móveis multiplataforma (Android e iOS) utilizando apenas Javascript. Ele fornece uma interface de usuário elegante, suave e ágil, ao mesmo tempo que reduz significativamente o tempo de carregamento.
  • Dart + Flutter: o Flutter é um framework de código aberto desenvolvido pelo Google na linguagem Dart, para a criação de aplicativos multiplataforma (iOS e Android), web, mobile e desktop. Fluidez e agilidade para criação de aplicações através da compilação em código nativo.

API (Serviços de integração)

Application Programming Interface ou, em português, Interface de Programação de Aplicativos, é basicamente o que significa a sigla API. É um conjunto de aplicações que permitem a construção de uma interface inteligente, que permite que dois sistemas se comuniquem.

Por exemplo, quando você faz um pedido no aplicativo de uma pizzaria e consegue acompanhar a rota que o motoboy percorre até entregá-la em sua casa, esse app pode ter utilizado uma integração com o Google Maps.

Você pode querer que o usuário faça uma compra online e retire na loja física, ou então expedir pedidos de forma automatizada, pode querer controlar as entregas em tempo real como no exemplo citado acima, quer criar roteiros para sua equipe de vendas. Enfim, as possibilidades são infinitas, porém, precisa fazer sentido ao público para o qual você está criando a demanda.

Banco de dados

Nome, data de nascimento, endereço e todas outras informações que você coletar das pessoas que utilizarão o seu aplicativo precisarão ser armazenadas em algum lugar, e é aí que entra o Banco de Dados.

Um banco de dados é o lugar onde são coletados, armazenados e organizados os dados estruturados de forma consistente, eficiente, protegida e acessível para consulta e pesquisa sempre que for necessário.

Servidor (Cloud)

Um servidor é uma infraestrutura potente, seja física ou em nuvem, que realiza o armazenamento do processamento de informações, podem ser utilizados para várias funções como banco de dados, e-mails, arquivos, web e aplicativos.

Quando se trata do servidor de aplicativo, espera-se que responda de forma dinâmica e customizada à uma solicitação do cliente. Sendo assim, é uma parte que merece atenção, visto que aplicativos que têm uma resposta mais lenta fazem com que os usuários os abandonem e/ou troquem por outro mais ágil.

 

Marketing: desenvolva uma estratégia de marketing de aplicativo

Se há um elemento que afeta tanto o sucesso de seu aplicativo, é a preparação para comercializá-lo e ampliá-lo, incluindo sua marca, relações públicas, esforços de pré-lançamento, alcance e simplesmente presença geral na web.

Agora, você pode pensar que é muito cedo para pensar sobre marketing de aplicativos antes mesmo de começar seu desenvolvimento. No entanto, seus esforços se multiplicarão no longo prazo se você começar a criar expectativa sobre ele antes de disponibilizá-lo nas lojas de aplicativos.

Como criar expectativa sobre o seu aplicativo:

Defina sua marca: qual será o nome, cores, logotipo e o tom de seu conteúdo irão diferenciá-lo dos milhões de outros aplicativos e empresas? Garanta a consistência de tudo isso em seu aplicativo e em todas as plataformas em que você existir.

Encontre seus canais: onde seu público-alvo costuma ir? Eles são mais fáceis de alcançar por meio de mídia social ou e-mail? Eles preferem vídeo em vez de conteúdo escrito? Quanto tempo eles passam em seus dispositivos móveis? Algumas dessas respostas você já pode ter descoberto quando fez a pesquisa do seu público-alvo. Se ainda não tem todas as informações que precisa, retorne à pesquisa.

Crie conteúdo: Com base em suas respostas no ponto anterior, você agora deve saber qual conteúdo seu público deseja e onde encontrá-lo. Comece a mapear seu conteúdo escrito e / ou de vídeo e compartilhe-o em canais selecionados. Lembre-se de responder as perguntas, por mais simples que sejam, são importantes para se conectar com o seu público.

Estabeleça parcerias: quais pessoas são os influenciadores em seu setor, tanto pequenos quanto grandes? Esforce-se para alcançá-los de maneira personalizada e fornecer a eles muito valor para colocar seu aplicativo na frente de seus públicos. Segundo dados da agência Influencer Marketing, 82% dos usuários seguem marcas no Instagram e mais da metade (55%) já comprou baseado na opinião de um influenciador.

Landing Page: outra dica é criar uma página exclusiva com informações ricas sobre o aplicativo, incluir vídeos e fotos bacanas atrairão a atenção do seu público, tenha um FAQ e claro, extremamente importante, é ter o link direto das lojas de aplicativos para facilitar o download.

Antecipação: enquanto não lança oficialmente o aplicativo, você pode gerar expectativas do público, coletando o endereço de e-mail de seus futuros usuários (respeitando as regras da LGPD, claro!) para que eles sejam os primeiros a receber a informação de que o aplicativo está disponível para download. Essas etapas tornarão a promoção mais fácil quando chegar a hora do lançamento, e você terá uma comunidade aguardando para lançar.

Ter um aplicativo personalizado para sua marca é uma estratégia que pode fazer toda a diferença no seu negócio e quanto mais planejado desde a ideia até a execução, mais bem-sucedido será o lançamento e a adesão do público.

Se você tem planos de personalizar um aplicativo, fale com a Lyncas e descubra como podemos ajudá-lo.

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